Economia Criativa: Já Pensou Nisso?

“A coisa mais difícil é a decisão de agir, o resto é apenas tenacidade” – Amelia Earhart.

Você gostaria de abrir seu próprio negócio mas não sabe qual? Você possui uma habilidade reconhecida mas não faz ideia de como monetizá-la? O mercado concorrido assusta? Você já ouviu falar de economia criativa?

Insatisfação no trabalho é algo facilmente perceptível em muitas rodas de conversa…

Desejos de empreender colocados na gaveta por falta de iniciativa…

Habilidades pessoais não monetizadas são regra…

Se você, caro leitor deste artigo, se enquadra na descrição, provavelmente não tenhas se atentado para a possibilidade da qual eu, Sadi Alvaro Mützenberg, Consultor Estratégico de Marketing e Especialista em Vendas Online, vou falar hoje: Economia Criativa!

Neste texto do Marketing de Resultado/sadialvaro.com sobre economia criativa abordaremos:

  • Conceito.
  • Ideias.
  • É possível?
  • Planejamento.

Conceito

Conhecemos a economia tradicional, basicamente focada em comércio, agricultura e indústria.

A economia criativa, assim como a tradicional, também está alicerçada sobre os pilares da produtividade, margens de lucro, preço, demanda e geração de emprego, diferenciando-se na natureza da atividade que irá gerá-los.

Ao contrário da tradicional, a economia criativa se baseia no potencial coletivo ou do indivíduo para produzir serviços ou produtos criativos. Talento, criatividade e intelecto como geradores de renda!

A economia criativa é mais corriqueira em setores como tecnologia, entretenimento, inovação, comunicação, arte, design….

Se pudéssemos resumir o conceito: é a economia do futuro!

Ideias

Já foi dito anteriormente neste post que uma das bases da economia criativa é a criatividade.

Neste momento me dirijo a você, caro leitor, que está dizendo: não sou criativo!

Trago uma boa notícia: criatividade não é talento! Criatividade é um mix de treino, referências e a expansão da mente até o ponto de enxergar algo, as vezes simples, incapaz de ser visto pelo maioria das pessoas. Sair da caixa!

E, munido destas “armas”, criar algo funcional e novo!

Mas, a implementação da economia criativa não se restringe apenas aos setores citados no primeiro item.

Num mundo em que atividades repetitivas são feitas por máquinas, computadores e robôs(que por sinal são frutos da economia criativa) o campo criativo está a espera de exploração.

A economia criativa é classificada nos segmentos artísticos(texto, imagem ou som), científico(busca de soluções) e econômico(negócios, gestão e marketing, vistos de forma inovadora).

As possibilidades profissionais que se apresentam são variadas, porém, as mais comuns são arquitetos, fotógrafos, cineastas, ilustradores, estilistas, designers, artistas plásticos, escritores, artesãos, desenvolvedores de software, de games, chef de cozinha, músicos, compositores…ou seja, qualquer atividade calcada na criatividade.

Mas, muito importante, a economia criativa pode ser aplicada em negócios tradicionais como turismo, transporte, finanças, por exemplo. A premissa é a de que se apresente maneiras diferenciadas de tratar problemas antigos.

Duvida?

Certamente você já ouviu falar ou usou serviços prestados por alguma fintech(junção das palavras finanças e tecnologia) como Nubank.

Talvez já tenhas usado um Uber para ir ao trabalho ou para a balada.

Talvez, até, já tenhas disponibilizado um imóvel seu ou parte dele, para locação ou feito uso de um via Airbnb….

Quero dizer que os exemplos se multiplicam….olhar o mundo com outros olhos torna visível o que parece invisível.

É possível?

É sentimento recorrente entre as pessoas o medo de fracassar ao apostar em ideias criativas como negócio.

Medo do investimento inicial não ter retorno, medo de pedir demissão sem ter uma garantia de sucesso na nova jornada ou, ainda, medo da ideia gestada ser inviável e arriscar as economias seria temerário….

Porém, o medo é um sentimento humano e responsável, inclusive, pela sobrevivência da nossa espécie. Portanto, ter medo não é ruim.

O medo passa a ser um problema quando ele é paralisante. Quando ele impede a ação! O medo extremo!

O medo extremo, inclusive, acomete a maioria das pessoas que embora tenham ideias criativas as deixam ir para o cemitério das boas ideias.

Ter medo faz com que avaliemos os prós e contras de cada ação. E, em consequência desta avaliação, seremos mais cuidadosos ao empregarmos nossas economias numa ideia criativa.

Fique certo: a mistura de talento, criatividade, personalidade e empreendedorismo dá certo!

Importante ressalva: são necessário planejamento, objetivo e método!

Planejamento

Estruturar ideias para ganhar dinheiro requer planejamento.

Ficar a vida inteiro planejando sem agir, no entanto, não o levará a lugar algum.

Planos devem ser objetivos…ninguém, inclusive você, lerá um plano de 120 páginas…

A definição de metas é fundamental!

Definições como: qual proposta de valor único você ou sua empresa, irão disponibilizar ao público?

Quem deve ser atingido por essa proposta única?

O que, englobando recursos financeiros, humanos e de intelecto, será necessário para colocar a ideia em prática?

Essas respostas serão reveladoras!

Mais uma ressalva: o planejamento pode e deve ser ajustado e atualizado constantemente, afinal o mundo é dinâmico.

Não existe certeza de sucesso ao se abrir um novo negócio!

A única maneira de descobrir é a prática. A menos que você possua poderes para prever o futuro.

Seguir as dicas abaixo ajuda a fazer um teste instantâneo de mercado:

  • você precisa se interessar pelo problema que se propõe a resolver;
  • faça uma busca de palavras chaves que você usaria na procura da solução que você estará disponibilizando ao mercado, no Google;
  • vender para alguém que precisa da sua solução é bem mais fácil;
  • resolver a dor de consumidor vende mais do que atender um desejo, apenas, dele;
  • sua solução, necessariamente, deve ser melhor e diferente que a já existente no mercado atual;
  • descubra qual é sua Persona(clique para saber mais);
  • faça um protótipo ou modelo do produto ou serviço e disponibilize para grupos de pessoas que, a princípio, seriam clientes em potencial;

Ou seja, é necessário assumir um risco calculado e fazer testes práticos! Caso contrário você ficará o resto da vida imaginando como poderia ter sido.

E, asseguro, para colocar um negócio criativo de pé não são necessários imensos recursos financeiros. Investimento zero também não fará o negócio decolar. O sucesso é possível com investimento pequeno no início do negócio.

Acreditar na ideia é essencial ao sucesso.

Se você tem certeza do caminho e da direção escolhida, não serão os obstáculos que certamente farão parte da jornada que impedirão seu sucesso.

E você, tem alguma ideia criativa engavetada? Conte-nos JÀ!

Deixe seu comentário

Grande abraço e bons negócios

 

Sadi Alvaro Mützenberg

Consultor Estratégico de Marketing / Especialista em Vendas Online

 

“Por que se alistar na marinha, se você pode ser um pirata?”, Steve Jobs, Apple.

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